Série Indica- Especial Hardcover -2º Episódio!

O segundo episódio da série Indica, já está disponível lá no perfil da autora Lilian Stocco

e a autora que teve o seu trecho lido foi Aline Bassoli, aluna da Hardcover.


Você que ama histórias de amor, não pode perder.

As Estações do Nosso Amor – Aline Bassoli


” Abri a porta de madeira e logo senti o aroma de terra molhada que vinha do singelo jardim interno. Apoiei-me no parapeito e olhei ao redor apenas para admirar as curvas escuras que os morros de Sintra faziam em contraste com o céu claro iluminado pela Lua.

— Sem sono? – disse uma voz quase sussurrada, fazendo com que meu corpo inteiro se arrepiasse.

— Pois é. – respondi encarando um Josh sem camisa e sem disfarce, com um sorriso maroto nos lábios. – Você também?

— Aham. – ele respondeu observando-me de cima a baixo. Agradeci internamente por estar usando uma camisola mais decente e não as camisetas velhas e rasgadas que eu adorava. – Está uma linda noite, né? – ele disse se aproximando de mim e foi quando eu percebi que não havia uma divisória entre as sacadas.

— Esplêndida. – eu respondi num sussurro.

Josh parou a centímetros de mim e voltou seu olhar para cima.

— Fazia muito tempo que eu não conseguia observar um céu tão lindo assim. – ele disse ao meu lado.

— Sim… Mas hoje não está uma noite boa para se apreciar o céu, e sim a Lua.

— Por que diz isso? – ele me encarou curioso.

— O brilho dela ofusca a beleza das estrelas. – continuou me observando. – A noite precisa estar sem luar para uma boa observação, só assim para enxergarmos bem as estrelas e até algumas galáxias. – sorri para ele. – Quando está assim, majestosa no céu, todas as atenções estão voltadas pra ela.

— Nem todas. – ele disse e me olhou profundamente.

Senti minhas bochechas corarem e fiquei sem saber o que fazer. Meu desejo era de me entregar àquele turbilhão de sensações que corriam em minhas veias, mas eu não tive coragem. Então eu quebrei o contato visual e voltei a olhar para cima.

Pelo canto do olho percebi que Josh deu um sorriso decepcionado e logo ele também tinha voltado a fitar a imensidão negra sobre nós. Ficamos em silêncio por um tempo até que um arco incandescente riscou o céu.

— Você viu aquilo? – ele quebrou o silêncio empolgado.

— Sim, uma estrela cadente. Faça um pedido!

Josh sorriu com minha “ordem”, mas calou-se e se concentrou em seus pensamentos. Pedi à estrela que aquele sonho todo virasse realidade, mesmo não acreditando realmente na lenda. Josh esboçou uma pergunta, mas eu logo o interrompi.

— Ninguém pode ficar sabendo do seu pedido, senão ele não se realiza.

— Sério?

— Bom, é o que diz a lenda. – eu respondi e voltei a olhar o céu.

Conforme o tempo passava, a visão se acostumava à situação de claridade e era cada vez mais fácil ver estrelas despercebidas minutos antes. Girei a cabeça para observar mais partes do céu, até que senti uma ligeira tontura e meus joelhos falharam por um instante. Num segundo parecia que eu tinha perdido o chão e no seguinte eu estava aninhada nos braços protetores do Josh.

Elevei meu rosto e nossos olhos se encontraram novamente. O brilho que eu vi fez com que eu entendesse todo o sentimento ali represado: Josh me amava. Indo contra todas as possibilidades, regras e circunstâncias, eu li naquele belo par de esmeraldas que ele me amava.

E eu só pude constatar, quando meu coração falhou uma batida, que eu também estava realmente apaixonada por ele. Perdidamente apaixonada.

Instintivamente nossos rostos foram se aproximando e eu sabia que seguíamos para nosso primeiro beijo quando fomos interrompidos pelo celular que começou a tocar. Eu estava disposta a ignorar tudo, menos o dono daquele toque.

Por mais que o momento com o Josh estivesse completamente perfeito, eu tinha que atender aquela ligação. Não sei como tive forças para me libertar daqueles braços que eu tanto desejava e segui para dentro do quarto.

A chamada não durou muito, na verdade, e logo em seguida voltei para a varanda, na inútil esperança de ainda encontrar o Josh por lá, mas ele não estava e a porta do seu quarto estava fechada.

Caminhei sorrateiramente até a porta da sua varanda, ensaiei duas ou três vezes uma batida, mas como não havia nenhum barulho vindo de dentro do quarto, acabei desistindo e voltei cabisbaixa para meu quarto, largando-me na cama com uma mescla indecifrável de sentimentos.

O dia chegou com um ar melancólico. Ao contrário do que havia acontecido durante toda a nossa viagem, aquela manhã começou nublada e mais fria que as outras. A noite mal dormida, recheada de pesadelos e períodos de insônia também não ajudava muito na coragem para levantar.

Mas aí me veio à mente que era meu último dia com o Josh e eu não podia perder nem um segundo sequer da sua companhia, mesmo depois da cena da noite anterior. Não sabia como seria nosso reencontro, qual tom teria, mas mesmo assim era minha chance de me desculpar.

Levantei rapidamente da cama depois desses pensamentos, passei uma água no corpo e organizei minha bagagem. Segui para a porta e assim que girei a maçaneta, topei com um Josh de feições cansadas, com o punho erguido, prestes a bater.

Passamos por aquele momento estranho de constrangimento e seguimos em silêncio para o restaurante.

Aquela situação era horrível, nem parecíamos as mesmas pessoas dos dias anteriores; na verdade, parecia que havia um precipício entre nós. Ainda em silêncio nós nos sentamos à mesa para iniciar a refeição.

— Ok, isso está péssimo. – eu disse num desabafo. – Desculpe ter entrado subitamente ontem, Josh, mas eu realmente tinha que atender aquela ligação.

— Nanda… eu… – ele começou, mas eu o interrompi.

— Era o Alex naquela ligação. – eu disse e ele prestou toda atenção ao meu relato.

Depois de explicar a ele toda a conversa, percebi que finalmente o clima pesado entre nós havia desaparecido. Ele estava dizendo que estava feliz pela situação ter se esclarecido quando foi interrompido pela simpática senhora da noite anterior.

— Minha querida, aqui está mais um detalhe sobre a visita ao menir dos namorados.

— Ah, obrigada. – agradeci sob os curiosos olhos do Josh.

— O que eu perdi? – perguntou assim que a senhora nos deixou.

Expliquei que havia esquecido meu celular na mesa após o jantar e, quando voltei para busca-lo, dona Maria e eu ficamos conversando um pouco. Ela me disse que havia mais um ponto turístico aqui em Portugal para conhecermos e que era no nosso caminho: Rocha dos Namorados.

— Hum. – ele murmurou. – Rocha dos Namorados?

— Pois é. Ela… Bem… – eu meio que engasguei.  – …ela disse que é um lugar lindo. – Josh me olhou mais intensamente e tive certeza de que ele não engoliu aquela resposta.

— Bom, já que é caminho, não vejo motivo para não passarmos por lá. – ele disse.

Era muito óbvio que ambos estávamos cautelosos com as palavras naquele dia. Logo depois do café pegamos nossas coisas e seguimos para Évora.

Contrariando toda a nossa afinidade, quase não conversamos durante a viagem, que durou cerca de duas horas. Aquilo estava me incomodando muito, mas Josh parecia perdido demais em seus pensamentos, como se ainda estivesse processando tudo o que acontecia.

Em Évora pegamos outro ônibus, com destino a Reguengos de Monsaraz, a cidade onde ficava a tal rocha. Essa viagem foi um pouco mais curta e cerca de uma hora depois nós finalmente chegamos ao tal lugar.

Ambos caminhamos olhando atentamente para o tal monumento e dava para perceber que não era tudo aquilo. Já tínhamos passado por tantos lugares muito mais interessantes que aquela rocha foi muito decepcionante.

Em dado momento encontrei um plaquinha contando a lenda do menir e, claro, comecei a rir.

— Ok, é injusto só você saber a piada. – ele disse fingindo aborrecimento.

— Bobo. É só a lenda da rocha. – e traduzi para ele. – Diz aqui que se uma moça noiva jogar uma pedra e conseguir fazer com que ela fique no topo do menir, o casamento se realizará em menos de um ano.

Claro que Josh me instigou a jogar uma pedrinha, mas eu tinha acabado de ficar solteira, então não havia sentido fazer aquela “consulta”, mas ele insistiu tanto que acabei cedendo… com a condição de que ele também jogasse uma pedra.

— Mas a lenda não diz “moças”? – ele me questionou fingindo espanto.

— E não diz “somente as noivas”? – eu retruquei com um sorriso divertido.

— Ok, ok. – ele cedeu. – Vamos juntos então. – e passou a procurar por duas pedras.

Ele parecia tão compenetrado procurando pelas pedras perfeitas que não contive mais um largo sorriso. Enquanto ele se empenhava em sua busca, peguei duas pedrinhas que estavam bem ao meu lado e esperei.

Quando ele finalmente se cansou de procurar, mostrei as que tinha pego e nos posicionamos ao lado da rocha.

— No três? – perguntou.

— Humm… Não sei se vou conseguir, isso é meio alto demais. – e ambos olhamos atentamente para a rocha.

— Sem desculpas, Nanda. – me desafiou. – No três.

Fizemos a contagem e arremessamos as pedrinhas ao mesmo tempo. Ouvimos o quicar das pedras no topo da rocha e elas não caíram.

— Ahá! Parece que nós nos casaremos em menos de um ano, Nanda. – ele disse me encarando risonho. “

Até o próximo post!

Série Indica- Especial Hardcover

O primeiro episódio da Série Indica já saiu lá no Instagram da autora Lilian Stocco!

O episódio foi marcado pela leitura de um trecho do conto “Horror em minhas costas”, escrito pela autora Taís Ortolan,

e faz parte da antologia da Amélie Editorial “23 Formas de Morrer”.

Você pode conferir o trecho escrito aqui no nosso blog, e a live completa nos perfis @Lstoccoautora e @vivendodeinventar lá no Instagram. Siga também a @leia.taisortolan

TRECHO DO CONTO: “Horror Em Minhas Costas

Enquanto trabalhava naquela noite, tão comum quanto qualquer outra, ele sentiu a dor nas costas especialmente incômoda, sem encontrar uma posição de alívio. Ele se revirava na cadeira pequena da portaria, procurava locais de apoio para os braços e pernas. Tentou até dobrar seu casaco e colocar na lombar, mas nada mudou. 

Fran suspirou. Os médicos atribuíam tudo à má postura e à tensão muscular, adquirida pelo famigerado transtorno do estresse pós-traumático. Tudo bobagem, é o que Fran pensava. Só os ricos têm tempo de ter esse tipo de doença da mente. Uma médica, a mais baixinha, que ele aprendera a simpatizar, indicou a ele que fizesse fisioterapia. Ele frequentara por um tempo, mas não sentia a menor diferença e achava tudo muito esquisito. E a dor só aumentava com o passar dos dias, como se a própria força da gravidade estivesse puxando-o para o chão.

Cansado de lidar com a cadeira e a falta de conforto, Fran se levantou e saiu para esticar as pernas, agradecendo pela liberdade, uma das vantagens de se trabalhar em um prédio comercial durante a madrugada. Tentou se alongar pensando no que ele daria para que a dor passasse. Quase tudo, provavelmente.

  Fran andou até o banheiro vagarosamente, sentindo um cansaço que não condizia com a sua idade. Ele não era religioso, mas se encontrou esperando que os movimentos fizessem algum tipo de milagre e proporcionassem pelo menos um pequeno alívio.

Assim que entrou, olhou de relance para o espelho, e isso foi o suficiente para que visse o horror em suas costas. Durou apenas um segundo, mas viu tudo o que precisava para que começasse a suar frio e seu sangue gelasse. O horror. A forma humana empoleirada em seus ombros. Ele se jogou no chão, sacudindo e debatendo cada milímetro do seu corpo, seus gritos de agonia ecoando pelos azulejos do banheiro vazio. Não sentiu nada sair de cima de si, mas, ao mesmo tempo, não encontrou nada quando tateou seus ombros.             

Caído no chão, trêmulo, ele buscou o topo de sua cabeça. Arrastou-se para a parede mais próxima e forçou as costas ali para garantir que era tudo uma loucura sádica de sua mente. Olhou em volta, buscando algo que não queria realmente encontrar. Não havia sinal de nada, além dele mesmo. 

Não perca o próximo episódio da Série Indica- Especial Hardcover, neste sábado,  14/11/20. Não deixe de conhecer as histórias incríveis que nasceram na Hardcover!

Os Sete Segredos

Diretamente da nossa agência de desenvolvimento de talentos narrativos, Hardcover, pra telinha do seu celular ou computador.

“Os Sete Segredos” escrito por Lilian Stocco, vai te envolver em uma narrativa cheia de amor, conflitos e descobertas!

Os Sete Segredos

No coração de São Paulo a jovem Laís e sua amiga Vânia têm o emprego dos sonhos. Irmã mais velha de três filhas, ela divide seu tempo entre o trabalho, amores impossíveis, baladas às sextas e as peripécias de suas irmãs. Estas insistem em tentar enlouquecê-la ou talvez matá-la de fome.
Quando parecia que tudo estava se encaixando em sua vida, o destino – com a ajuda da cegueira do amor – acaba por arrasar seu coração.
Perdida, ela se depara com um apoio inesperado, o qual vira seu mundo, aparentemente estável, de pernas para o ar.
Enquanto seus impulsos a levam cada vez mais fundo nessa trama, capaz de envolvê-la física e emocionalmente, Mauro, seu inesperado par romântico, lhe apresenta um novo e secreto universo de prazer.
Mas as cordas do destino subitamente insistem em apertar seu pescoço, sufocando-a em suas angústias.
Laís precisará descobrir a força e a confiança que não sabia que existiam dentro de si se quiser viver esse novo amor e livrar-se de um passado sombrio que insiste em engoli-la lentamente. 

Lilian nos contou um pouco sobre a criação do seu livro, sua fonte de inspiração e como a Hardcover tem auxiliado sua carreira. Confira:

1- Como é o seu processo criativo?

Primeiro surge o plot da história. E sobre esse plot eu começo a desenvolver os personagens para dar vida ao plot, com suas características, vícios e virtudes. A próxima etapa é ambientar a história e os personagens e depois dessas pesquisas é começar a escrever o que eu quero que aconteça em cada cena, em cada parte da trama do início ao fim. Com esse rascunho pronto eu começo a escrever a história capítulo por capítulo em sequência e desenvolver os diálogos dentro do comportamento de cada personagem até desenrolar cada nó da trama. O único detalhe é que eu não anoto nada, crio tudo na mente e despejo em cada capítulo as informações. Como se fosse uma grande linha do tempo que se desenrola até mostrar todos os seus detalhes.

2- De onde vem sua inspiração?

Posso dizer que dos trabalhos artísticos que me envolvo. Atualmente trabalho nas áreas de artes visuais, fotografia, design, tenho uma marca de estampas personalizadas além de dedicar-me a escrita. Então cada área que trabalho e me dedico durante a semana me permite encher meu repertório pessoal de ideias, sensações, opniões, imagens, pessoas e suas histórias, tudo isso passa automaticamente durante o desenvolvimento dos plots. Atualmente estou desenvolvendo 5 histórias e cada uma delas está interligada as pessoas, situações e vivências que presencio a cada dia.

3- Qual a maior dificuldade que você encontrou durante a escrita do seu livro?

A escolha dos nomes dos personagens.

4- Qual a sensação de receber um feedback positivo dos leitores sobre seu livro?

É saber que a sua história está alcançando seu público e que o caminho que o escritor está trilhando está certo.

5- Como a Hardcover te ajudou no processo de criação de suas histórias?

Na instrumentalização. Muitas vezes a gente já faz de uma determinada forma , mas inconscientemente. A partir dos cursos, vídeos e dicas da Hardcover é possível entender cada parte do desenvolvimento da história além de poder controlar esses elementos dentro da sua obra, fisgando os leitores.

Siga a Autora em suas redes sociais e acompanhe seu trabalho:

Muito obrigada por ler até o final! Um abraço e até o próximo post. ❤

Você que ama histórias de amor está no lugar certo!

Hoje queremos apresentar algumas obras escritas por Carla Arine, aluna da Hardcover. 

Noites  nas Baladas
 
Letícia Serra, de segunda a sexta é conhecida com a secretária da CEO da Empresa Cosmos tecnologia.
Uma moça bonita, discreta, comportada e muito profissional.
Mas nos fins de semana ela é a Lelê Baladeira. Adepta a decotes, salto alto, roupas curtas, cabelos
soltos e a encontros de uma única noite com os mais diversificados caras e em vários lugares.
Ela ama sua rotina, que é superregrada para evitar magoas e sentimentalismos,
mas por um inconveniente do destino encontra um cara que é dos seus dois mundos.
Cristiano Valle.
Um colega de trabalho lindo que a encontra numa balada.
Ela é clara quando diz “Não quero relacionamentos”, mas ele oferece uma oportunidade
de serem somente amigos.
Novas amizades não estão nas regras.
E então, o que poderá acontecer com Letícia, com suas regras e esse novo
amigo para lá de gostoso?

Venha conhecer a Baladeira mais regrada de Todas!!!
Asas na Tempestade
 
Sobrenatural e fantasias eram coisas nas quais Gean, um veterinário em missão na Floresta de Almerinda, não acreditava. Mas ao avistar asas de fada durante a tempestade percebeu que suas convicções poderiam mudar. A Terra era mesmo habitada apenas por homens e animais ou haveriam outros seres? Ele nao esperava que asas coloridas num dia de chuva pudessem mudar para sempre suas crenças e seu coração.
Eu e o Mar
  
Um certo dia, uma moça encontrou um náufrago, desmemoriado e quase morto, na praia de sua ilha. Eles se apaixonaram e tudo foi perfeito, até que sua memória retornou.
O homem teve que partir para acertar a sua vida abandonada outrora, e prometeu que, em breve, retornaria para que vivessem o amor que nasceu às margens do mar.
Mas o tempo passou e as cartas que sempre possuíam lindos poemas, que ela tanto amava, pararam de chegar e sua vida seguiu outro curso.
Agora, às vésperas de seu casamento, tendo o cenário de uma praia no horário do pôr do sol, ela vai se despedir de tudo que aconteceu. A moça, por meio de uma carta, conta do início ao fim a sua história de amor, regada de saudade do tempo que os afastou.
“O mar pode ser manso, assim como implacável.
Suas mudanças e reversões são inimagináveis a qualquer mortal.
Mas não tente o controlar!
Possui força muito superior à sua e, mesmo que tente, nunca poderá prever o que ele fará.”

Perguntamos para Carla, um pouco sobre seu processo criativo e sua experiência com a Hardcover. Confira:

1- Como é o seu processo criativo?

Encontro uma ideia, faço uma pesquisa sobre o assunto que aborda, monto um enredo da trama, depois abro os capítulos pensando nos beats dos capítulos. Quando está tudo pronto, eu começo a escrita da história.

2- De onde vem sua inspiração?

A minha inspiração pode surgir de qualquer coisa. Até de uma pena caindo do céu, ou de uma matéria televisiva ou na internet.

3- Qual a maior dificuldade que você encontrou durante a escrita do seu livro?

Meu primeiro livro foi o mais complicado. Ainda mais que comecei antes de entrar no Hardcover. O principal desafio foi a chamada “imersão sensorial”. O sentir do personagem. 

4- Qual a sensação de receber um feedback positivo dos leitores sobre seu livro?

É maravilhoso. Ver os comentários das pessoas falando da sua história. Comentando dos seus personagens e sensações que teve, é muito bom. Dá orgulho de ter seguido a carreira. 

5- Como a Hardcover te ajudou no processo de criação de suas histórias? 

Muito mesmo. Descobrir como fazer as histórias de um jeito que atrai o grande público. Mesmo ainda não sendo tão conhecida, os meus leitores se encantam com as minhas histórias. Usar as técnicas das fábulas, mudou a minha vida. Amo o Hardcover e indico a todos. 

Além dos livros já lançados, Carla está trabalhando em mais uma obra que em breve também conquistará seu coração.

 
Nós Novamente
 
Priscila e Leonardo se conheceram no ensino médio. Um amor intenso que todos viam como alma gêmeas destinadas a ficarem juntas. Assim que chegou à formatura, não somente a beca foi vestida, também as alianças. 
Ela se transformou numa artista plástica em ascensão e ele se formou como médico cirurgião com nome reconhecido por todos. 
Com carreiras diferentes e horários conflituosos, o amor dos jovens foi testado pelo tempo e o resultado não foi promissor. Após dez anos de casamento, o sentimento esfriou, o desejo findou e a paixão desandou. 
O que restou para os dois foi uma folha assinada num escritório de advocacia dando fim ao que era para sempre.  
Vendo tudo desabar, eles seguiram caminhos diferentes, mas novamente, depois de um longo tempo, o reencontro aconteceu.
Será que ainda existe amor depois de um divórcio?
Será que o fim pode ser um novo começo?
Poderão eles serem “novamente nós” depois de tudo que aconteceu?

Siga Carla nas redes sociais e adquira os livros!

Um abraço e até o próximo post! 02/10/2020

As Estações do Nosso Amor

Quer conhecer um romance incrível?

Hoje, queremos te apresentar uma história incrível, junto com uma novidade!

Aline Bassoli, aluna Hardcover, está com uma promoção de aniversário do seu livro “As estações do Nosso Amor” e não poderíamos deixar de avisar para você que nos acompanha.

As Estações do Nosso Amor

Josh é o mais novo queridinho do cinema mundial. Apesar do sucesso estrondoso, e também justamente por causa dele, sente saudade dos tempos de anonimato e decide usar um disfarce para poder andar livremente pelas ruas sem ser incomodado.
Nanda é uma brasileira que terminou seu curso de idiomas em Londres e decide sair pelo velho continente em um mochilão até seu visto expirar.
As Estações do Nosso Amor conta a história dessas duas pessoas tão diferentes e, ao mesmo tempo, tão parecidas na vontade de viver a vida plenamente, curtindo cada momento como se fosse único.
Entre paisagens cenográficas eles vão se envolver e descobrir que na vida real, o glamour das telas não está tão presente assim.
Venha viajar ao lado de Nanda e Josh, nessa aventura repleta de romance, tórridas cenas de amor, distâncias, fofocas e invasão de privacidade enquanto eles fazem de tudo para que seu amor sobreviva aos conflitos dessa jornada.

Conversamos com a autora sobre seu processo criativo e sua jornada com a Hardcover. Confira:

1- Como é o seu processo criativo?

Eu sempre fui de prestar muita atenção ao meu redor, então uma cena cotidiana, uma frase ou uma situação normalmente são o gatilho para a ideia inicial. Daí eu penso: “nossa, isso daria uma história…” e a partir daí começo a visualizar na mente as características daquilo que quero contar. 

2- De onde vem sua inspiração?

Dos momentos cotidianos, mas normalmente no banho, quando estou mais relaxada, a história ganha forma, as ideias vão surgindo mais nitidamente.

3- Qual a maior dificuldade que você encontrou durante a escrita do seu livro?

A falta de disciplina para “sentar e escrever”… rs … acho que é minha maior dificuldade. Às vezes está tudo esquematizado, mas falta essa disciplina de tirar aquele tempo pra me dedicar completamente à escrita.

4- Qual a sensação de receber um feedback positivo dos leitores sobre seu livro?

É simplesmente maravilhoso. Saber que a minha história mexeu de alguma maneira com o leitor é muito animador, reconfortante e incrível. 

5- Como a Hardcover te ajudou no processo de criação de suas histórias?

Além das técnicas (algumas eu já fazia instintivamente), foi tomar a consciência da história, saber “como” e “o que” usar, “onde” e “quando”… isso dá um poder e melhorar mil vezes a habilidade da escrita, de envolver o leitor e levá-lo exatamente para onde você quer que ele vá. A Hardcover é fundamental pra isso. 

Além deste, Aline tem outros livros disponíveis para você conhecer e se apaixonar:

Depois Daquela Noite
Depois que seu carro ficou sem combustível e seu celular sem bateria numa noite chuvosa no meio da estrada, Letícia precisa decidir se segue a pé até a cidade mais próxima – que não está tão próxima assim – ou arrisca buscar ajuda num misterioso prédio não muito longe de onde está. Sua decisão mudará para sempre sua vida!
Adquira na Amazon

Noite de natal
Sinopse: É noite de Natal. Tati está em casa querendo curtir seus seriados em paz, mas sua cunhada a convence a ir numa festa na cidade. Lá, ela vai se encontrar com Juliano, um carinha da sua adolescência com quem ela já ficou duas vezes, mas na hora H, as coisas nunca acabaram exatamente bem.
Será que nessa noite o resultado será diferente?
Vem descobrir!!!
Adquira na Amazon

A lenda da tempestade
Sinopse: Amanã tinha que tomar conta de seus irmãos. Uma tarefa simples e entendiante, mas que ela deveria cumprir sem reclamar. Um descuido e ela se vê obrigada a entrar na mata proibida e enfrentar, com toda sua coragem de curumim, o temido e cruel Caiuá, ser das trevas que anseia pelas almas inocentes dos seus irmãozinhos.
Conseguirá ela, apenas uma criança, salvar a si e todos da sua tribo?
Adquira na Amazon

O paciente 241
Sinopse: Para dr. Pacheco, aquele não era só mais um paciente. Aquela gravação, aquele depoimento… e mesmo assim, ele não resistia a ouvir mais uma vez…
Adquira na Amazon

Siga a Autora em suas Redes Sociais:

Obrigada por ler até aqui! Um abraço e até o próximo post. ❤

O que todo escritor de ficção deve saber!

Você sabia que existem algumas coisas que todo escritor de ficção deve saber?

Existem alguns pontos necessários que um autor de ficção precisa se atentar na hora de começar a colocar suas ideias no papel, já que, este gênero literário exige uma imaginação fértil e muita originalidade.

1- Leia muitos livros de ficção!

Se você ainda está germinando a ideia de escrever uma ficção, saiba que ler muitos livros desse tipo é excelente para que sua imaginação comece a trabalhar. Procure autores que são referências do gênero e não economize tempo para leitura. Só não se esqueça, busque inspiração mantendo sua originalidade.

2- Escrever textos bons, exige perspectiva.

Para dar vida a uma história que não seja superficial, você deve enxergar o que parece óbvio de maneira diferente. Escritores sentem e observam de formas únicas, e é desse talento que as boas histórias nascem.

3- Uma boa ficção precisa de bons personagens.

Não adianta ter o enredo perfeito, se seus personagens não têm profundidade para protagonizá-lo. Invista em técnicas para deixar seu personagem marcante, as melhores dicas para isso são, pesquisar e ter uma boa fonte de inspiração.

4- Bons personagens merecem viver boas histórias.

Também não vale criar personagens maravilhosos para viverem uma jornada superficial. Uma ficção bem escrita, exigirá muita técnica e dedicação.

5- Escreva o que te trouxer prazer!

Não comece a escrever uma história cheia de zumbis se o que você realmente gosta é de vampiros. Jamais busque escrever temas que estão em alta buscando visibilidade. Um bom livro deve ser escrito com paixão. Caso contrário, não irá conquistar muitos leitores.

Agora que você já conhece as peças fundamentais, já pode começar a trabalhar para escrever sua ficção de uma maneira que conquistará os leitores desde o início!

Muito obrigada por ler até aqui!

Em breve você poderá embarcar em uma incrível fantasia!

Josi Guerreiro, aluna Hardcover, está nos últimos preparativos para lançar o primeiro livro de uma saga fantasiosa que com certeza irá te conquistar desde a primeira página!

Final Apocalypse – O réquiem das sombras

Após fugir da Academia dos Anjos, Angelo parte para a Terra em busca do signo perdido de Gêmeos. Mergulhado nas sensações terrenas, o jovem anjo descobre que terá que viver como um adolescente comum até cumprir sua missão, pela qual esperou por tanto tempo. Como se a adaptação aos sentimentos humanos já não fosse o suficiente, Angelo ainda precisará fugir de seres malignos muitos poderosos. Nessa aventura terrestre, restará a ele descobrir o significado da amizade e do amor, admitindo que acreditar em si mesmo é fundamental quando se deseja fazer algo que pode mudar a vida de outras pessoas.

Sobre a Autora:

Josi Guerreiro mora em Maringá, Paraná, e é formada e pós-graduada em Artes Visuais. Ilustradora e professora de desenho, atua em um projeto que atende crianças socialmente fragilizadas. Além do amor pelas artes visuais, Josi também é cosplayer há mais de dez anos, confecciona seus cosplays e acessórios e participa ativamente como jurada e organizadora de concursos em eventos de cultura pop e geek. Leitora beta de romances fantásticos, participa da comunidade de escritores Vivendo de inventar desde 2018 e é membro da Hardcover storytelling academy, agência de desenvolvimento narrativo. O réquiem das sombras é seu primeiro romance e faz parte da saga Final apocalypse, um projeto de história em quadrinhos no estilo mangá que passou a ser desenvolvido como romance. Apaixonada por livros de aventura e fantasia, a autora tem como influência J. R. R. Tolkien, J. K. Rowling, Rick Riordan e G. R. R. Martin.

Perguntamos à autora, um pouco sobre o seu processo de criação e como a Hardcover tem auxiliado. Confira:

1- Como é o seu processo criativo?

Bom, eu sempre começo com a ideia do enredo, o que move a história. Depois disso eu começo com a criação dos personagens, características físicas e psicológicas, como ele estará ligado a trama e aos outros personagens. Costumo assistir vários vídeos sobre o tema que estou trabalhando e filmes, o que me ajuda a estabelecer o clima da história e sua imersão. O primeiro rascunho eu escrevo despretensiosamente. Depois do texto descansado, reescrevo tudo. Após a obra terminada, passo por uma reescrita geral, sempre contando com a opinião e leitores betas e leitores críticos.Por ser da área de artes visuais, o imagético me inspira demais, e tento descrever o mundo à  minha maneira.

2- De onde vem sua inspiração?

A inspiração, para mim, vem de várias direções, como a arte em geral: desenho, música pintura, cinema, jogos, o que acaba refletindo na forma que descrevo cenas, ambientes e sentimentos de uma forma mais sinestésica ou poética. 

A fagulha inicial de uma história pode vir de uma música, de uma imagem, ou até de um vídeo de curiosidades. Minha mente fervilha de ideias! Gosto principalmente de teorias da conspiração e situações absurdas. 

Outro fato que me incentiva a escrever é pensar no meu público alvo, o infanto-juvenil, na mesma faixa etária de meus alunos de desenho. 

Muitas vezes me pego recordando como os livros que li com essa idade me marcaram tanto a ponto de almejar ser escritora. Fico aguardando o dia em que meus livros mudarão a vida dessas crianças e que terão um lugar especial em suas memórias de infância e pré-adolescência. Ao mesmo tempo que sinto uma grande responsabilidade, tento trabalhar esses temas tão singulares dessa idade, de forma fantástica e divertida.

3- Qual a maior dificuldade que você encontrou durante a escrita do seu livro?

Retirá-lo da “gaveta”, e aceitar que a ideia era boa o suficiente para ser publicado.

É sério, precisou da Mag [Brusarosco, nossa consultora de narratologia da Hardcover] me dizer e insistir que a idéia era boa para eu acreditar, pois meus amigos já me falavam isso. Precisou vir de uma profissional da área tudo para eu acreditar.

Antes de fazer as aulas da Hardover, eu tinha a falsa impressão que o texto precisava nascer perfeito na primeira escrita, e eu me sentia muito derrotada por não conseguir fazer tão bem aquilo que eu almejava. Agora sei que a escrita é um processo de amadurecimento e partilha, uma pedra bruta a ser lapidada com muita paciência. Estar em uma comunidade de escritores me ajudou muito a compartilhar o que escrevo, aprender com os outros e a confiar a dividir tarefas do processo de edição e correção.

4- Qual a sensação de receber um feedback positivo dos leitores sobre seu livro?

É o mais delicioso dos mundos, receber os feedbacks junto aos sorrisos, aos áudios felizes (ou revoltados, dependendo da cena). É para isso que existimos, para levar a reflexão ou simplesmente deixar o dia das pessoas mais felizes depois da leitura, como também ajudá-las a entender seus sentimentos e frustrações através dos personagens.

Como professora, eu acredito que a leitura transforma e nos ajuda a sermos pessoas melhores, pois nos colocamos no lugar do outro (os personagens) em um exercício de empatia e catarse.

Neste momento você percebe que está fazendo aquilo que nasceu para fazer: escrever, e de quebra colecionar sorrisos (por vezes lágrimas).

5- Como a Hardcover te ajudou no processo de criação de suas histórias?

Minha vida de autora pode ser dividida em “Antes da hardcover” e “Depois da Hardcover” (risos).

O meu primeiro livro ficou uma década parado. Depois de começar o curso e as lições, além de reescrevê-lo melhor, terminei os dois livros seguintes da trilogia em 6 meses.

Ou seja, com as técnicas e os conselhos dos tutores, as história fluem mais facilmente, a ponto de estar prestes a lançar meu primeiro livro este ano O Réquiem das Sombras pela Plus+ Editora (sim, esse é o livro que ficou guardado durante uma década), e passar na seleção da Antologia de ficção científica  Ano Zero da Editora Lura, com meu conto ∑.V.α.

A Vivendo de Inventar além de ajudar o autor iniciante com as técnicas necessárias para escrever um bom livro, ela nos prepara também para o mercado editorial. Além disso, temos a troca de conhecimento de diferentes áreas com membros que são de diversas áreas do mercado editorial: designers, ilustradores, diagramadores, roteiristas, capistas, leitores betas ou críticos e revisores. 

Desta forma, chegamos muito mais preparados ao mercado editorial, pois adquirimos muito conhecimento e bagagem através dos exercícios, antologias, e do acompanhamento que a Hardcover proporciona.

Quando você está entre seus colegas de profissão, menos se sente só, e mais força acumula nesta caminhada árida que é ser escritor no Brasil.  Seguimos firmes e juntos!

Além deste, Josi também está participando da próxima antologia da Lura Editorial, “Ano Zero”.

Para acompanhar o trabalho da autora e saber mais sobre o lançamento do livro, siga suas redes sociais:

Um abraço e até o próximo post!

Nossos orgulhos!

Com muito brilho nos olhos, hoje contamos a vocês que Josi Guerreiro e Tiago Carvalho, alunos Hardcover foram aprovados para participar da próxima antologia da Lura Editorial, “Ano Zero”.

Sobre a Antologia

Alguns anos após o grande mal que se estendeu sobre a Terra, sem qualquer controle, envolvendo pessoas, empresas e o fluxo de informações, a maioria da população não sobreviveu. Migraremos para as colônias interplanetárias ou permaneceremos numa Terra decadente e dizimada?

Como descrever o mundo reiniciado? O que é sobreviver após a destruição? Alianças, confiança, ameaças, segurança, tudo está abalado. O que é bom ou mau? O que pode mudar para sempre a percepção da realidade? Desfrutaremos de um mundo melhorado, ou afundaremos ainda mais devido aos erros dos laboratórios bioquímicos clandestinos?

Rastreamento e identificação por meio de implantes definirão quem está curado? Novas normas de comportamento serão adotadas e, devido ao contágio, desenvolveremos máquinas interligadas, autômatas, superinteligentes e aptas a tomar decisões que podem afetar todos nós? Inteligências Artificiais atingirão a autoconsciência para moderar e assombrar o ciberespaço?

Essas são as perguntas que chicoteiam nossa mente nos dias atuais. Como seria o Ano Zero?

Acompanhe os autores nas redes sociais:

https://www.instagram.com/autora_josi_guerreiro/

https://web.facebook.com/autoraJosiGuerreiro/

https://www.instagram.com/tiagocarvalho_arte_criacoes

Acompanhe o trabalho da Lura Editorial:

https://www.instagram.com/lura_editorial

Para saber mais sobre a Antologia e a participação dos nossos alunos, acompanhe nosso blog e redes sociais!

Um abraço e até o próximo post!