Os Sete Segredos

Diretamente da nossa agência de desenvolvimento de talentos narrativos, Hardcover, pra telinha do seu celular ou computador.

“Os Sete Segredos” escrito por Lilian Stocco, vai te envolver em uma narrativa cheia de amor, conflitos e descobertas!

Os Sete Segredos

No coração de São Paulo a jovem Laís e sua amiga Vânia têm o emprego dos sonhos. Irmã mais velha de três filhas, ela divide seu tempo entre o trabalho, amores impossíveis, baladas às sextas e as peripécias de suas irmãs. Estas insistem em tentar enlouquecê-la ou talvez matá-la de fome.
Quando parecia que tudo estava se encaixando em sua vida, o destino – com a ajuda da cegueira do amor – acaba por arrasar seu coração.
Perdida, ela se depara com um apoio inesperado, o qual vira seu mundo, aparentemente estável, de pernas para o ar.
Enquanto seus impulsos a levam cada vez mais fundo nessa trama, capaz de envolvê-la física e emocionalmente, Mauro, seu inesperado par romântico, lhe apresenta um novo e secreto universo de prazer.
Mas as cordas do destino subitamente insistem em apertar seu pescoço, sufocando-a em suas angústias.
Laís precisará descobrir a força e a confiança que não sabia que existiam dentro de si se quiser viver esse novo amor e livrar-se de um passado sombrio que insiste em engoli-la lentamente. 

Lilian nos contou um pouco sobre a criação do seu livro, sua fonte de inspiração e como a Hardcover tem auxiliado sua carreira. Confira:

1- Como é o seu processo criativo?

Primeiro surge o plot da história. E sobre esse plot eu começo a desenvolver os personagens para dar vida ao plot, com suas características, vícios e virtudes. A próxima etapa é ambientar a história e os personagens e depois dessas pesquisas é começar a escrever o que eu quero que aconteça em cada cena, em cada parte da trama do início ao fim. Com esse rascunho pronto eu começo a escrever a história capítulo por capítulo em sequência e desenvolver os diálogos dentro do comportamento de cada personagem até desenrolar cada nó da trama. O único detalhe é que eu não anoto nada, crio tudo na mente e despejo em cada capítulo as informações. Como se fosse uma grande linha do tempo que se desenrola até mostrar todos os seus detalhes.

2- De onde vem sua inspiração?

Posso dizer que dos trabalhos artísticos que me envolvo. Atualmente trabalho nas áreas de artes visuais, fotografia, design, tenho uma marca de estampas personalizadas além de dedicar-me a escrita. Então cada área que trabalho e me dedico durante a semana me permite encher meu repertório pessoal de ideias, sensações, opniões, imagens, pessoas e suas histórias, tudo isso passa automaticamente durante o desenvolvimento dos plots. Atualmente estou desenvolvendo 5 histórias e cada uma delas está interligada as pessoas, situações e vivências que presencio a cada dia.

3- Qual a maior dificuldade que você encontrou durante a escrita do seu livro?

A escolha dos nomes dos personagens.

4- Qual a sensação de receber um feedback positivo dos leitores sobre seu livro?

É saber que a sua história está alcançando seu público e que o caminho que o escritor está trilhando está certo.

5- Como a Hardcover te ajudou no processo de criação de suas histórias?

Na instrumentalização. Muitas vezes a gente já faz de uma determinada forma , mas inconscientemente. A partir dos cursos, vídeos e dicas da Hardcover é possível entender cada parte do desenvolvimento da história além de poder controlar esses elementos dentro da sua obra, fisgando os leitores.

Siga a Autora em suas redes sociais e acompanhe seu trabalho:

Muito obrigada por ler até o final! Um abraço e até o próximo post. ❤

Você que ama histórias de amor está no lugar certo!

Hoje queremos apresentar algumas obras escritas por Carla Arine, aluna da Hardcover. 

Noites  nas Baladas
 
Letícia Serra, de segunda a sexta é conhecida com a secretária da CEO da Empresa Cosmos tecnologia.
Uma moça bonita, discreta, comportada e muito profissional.
Mas nos fins de semana ela é a Lelê Baladeira. Adepta a decotes, salto alto, roupas curtas, cabelos
soltos e a encontros de uma única noite com os mais diversificados caras e em vários lugares.
Ela ama sua rotina, que é superregrada para evitar magoas e sentimentalismos,
mas por um inconveniente do destino encontra um cara que é dos seus dois mundos.
Cristiano Valle.
Um colega de trabalho lindo que a encontra numa balada.
Ela é clara quando diz “Não quero relacionamentos”, mas ele oferece uma oportunidade
de serem somente amigos.
Novas amizades não estão nas regras.
E então, o que poderá acontecer com Letícia, com suas regras e esse novo
amigo para lá de gostoso?

Venha conhecer a Baladeira mais regrada de Todas!!!
Asas na Tempestade
 
Sobrenatural e fantasias eram coisas nas quais Gean, um veterinário em missão na Floresta de Almerinda, não acreditava. Mas ao avistar asas de fada durante a tempestade percebeu que suas convicções poderiam mudar. A Terra era mesmo habitada apenas por homens e animais ou haveriam outros seres? Ele nao esperava que asas coloridas num dia de chuva pudessem mudar para sempre suas crenças e seu coração.
Eu e o Mar
  
Um certo dia, uma moça encontrou um náufrago, desmemoriado e quase morto, na praia de sua ilha. Eles se apaixonaram e tudo foi perfeito, até que sua memória retornou.
O homem teve que partir para acertar a sua vida abandonada outrora, e prometeu que, em breve, retornaria para que vivessem o amor que nasceu às margens do mar.
Mas o tempo passou e as cartas que sempre possuíam lindos poemas, que ela tanto amava, pararam de chegar e sua vida seguiu outro curso.
Agora, às vésperas de seu casamento, tendo o cenário de uma praia no horário do pôr do sol, ela vai se despedir de tudo que aconteceu. A moça, por meio de uma carta, conta do início ao fim a sua história de amor, regada de saudade do tempo que os afastou.
“O mar pode ser manso, assim como implacável.
Suas mudanças e reversões são inimagináveis a qualquer mortal.
Mas não tente o controlar!
Possui força muito superior à sua e, mesmo que tente, nunca poderá prever o que ele fará.”

Perguntamos para Carla, um pouco sobre seu processo criativo e sua experiência com a Hardcover. Confira:

1- Como é o seu processo criativo?

Encontro uma ideia, faço uma pesquisa sobre o assunto que aborda, monto um enredo da trama, depois abro os capítulos pensando nos beats dos capítulos. Quando está tudo pronto, eu começo a escrita da história.

2- De onde vem sua inspiração?

A minha inspiração pode surgir de qualquer coisa. Até de uma pena caindo do céu, ou de uma matéria televisiva ou na internet.

3- Qual a maior dificuldade que você encontrou durante a escrita do seu livro?

Meu primeiro livro foi o mais complicado. Ainda mais que comecei antes de entrar no Hardcover. O principal desafio foi a chamada “imersão sensorial”. O sentir do personagem. 

4- Qual a sensação de receber um feedback positivo dos leitores sobre seu livro?

É maravilhoso. Ver os comentários das pessoas falando da sua história. Comentando dos seus personagens e sensações que teve, é muito bom. Dá orgulho de ter seguido a carreira. 

5- Como a Hardcover te ajudou no processo de criação de suas histórias? 

Muito mesmo. Descobrir como fazer as histórias de um jeito que atrai o grande público. Mesmo ainda não sendo tão conhecida, os meus leitores se encantam com as minhas histórias. Usar as técnicas das fábulas, mudou a minha vida. Amo o Hardcover e indico a todos. 

Além dos livros já lançados, Carla está trabalhando em mais uma obra que em breve também conquistará seu coração.

 
Nós Novamente
 
Priscila e Leonardo se conheceram no ensino médio. Um amor intenso que todos viam como alma gêmeas destinadas a ficarem juntas. Assim que chegou à formatura, não somente a beca foi vestida, também as alianças. 
Ela se transformou numa artista plástica em ascensão e ele se formou como médico cirurgião com nome reconhecido por todos. 
Com carreiras diferentes e horários conflituosos, o amor dos jovens foi testado pelo tempo e o resultado não foi promissor. Após dez anos de casamento, o sentimento esfriou, o desejo findou e a paixão desandou. 
O que restou para os dois foi uma folha assinada num escritório de advocacia dando fim ao que era para sempre.  
Vendo tudo desabar, eles seguiram caminhos diferentes, mas novamente, depois de um longo tempo, o reencontro aconteceu.
Será que ainda existe amor depois de um divórcio?
Será que o fim pode ser um novo começo?
Poderão eles serem “novamente nós” depois de tudo que aconteceu?

Siga Carla nas redes sociais e adquira os livros!

Um abraço e até o próximo post! 02/10/2020

As Estações do Nosso Amor

Quer conhecer um romance incrível?

Hoje, queremos te apresentar uma história incrível, junto com uma novidade!

Aline Bassoli, aluna Hardcover, está com uma promoção de aniversário do seu livro “As estações do Nosso Amor” e não poderíamos deixar de avisar para você que nos acompanha.

As Estações do Nosso Amor

Josh é o mais novo queridinho do cinema mundial. Apesar do sucesso estrondoso, e também justamente por causa dele, sente saudade dos tempos de anonimato e decide usar um disfarce para poder andar livremente pelas ruas sem ser incomodado.
Nanda é uma brasileira que terminou seu curso de idiomas em Londres e decide sair pelo velho continente em um mochilão até seu visto expirar.
As Estações do Nosso Amor conta a história dessas duas pessoas tão diferentes e, ao mesmo tempo, tão parecidas na vontade de viver a vida plenamente, curtindo cada momento como se fosse único.
Entre paisagens cenográficas eles vão se envolver e descobrir que na vida real, o glamour das telas não está tão presente assim.
Venha viajar ao lado de Nanda e Josh, nessa aventura repleta de romance, tórridas cenas de amor, distâncias, fofocas e invasão de privacidade enquanto eles fazem de tudo para que seu amor sobreviva aos conflitos dessa jornada.

Conversamos com a autora sobre seu processo criativo e sua jornada com a Hardcover. Confira:

1- Como é o seu processo criativo?

Eu sempre fui de prestar muita atenção ao meu redor, então uma cena cotidiana, uma frase ou uma situação normalmente são o gatilho para a ideia inicial. Daí eu penso: “nossa, isso daria uma história…” e a partir daí começo a visualizar na mente as características daquilo que quero contar. 

2- De onde vem sua inspiração?

Dos momentos cotidianos, mas normalmente no banho, quando estou mais relaxada, a história ganha forma, as ideias vão surgindo mais nitidamente.

3- Qual a maior dificuldade que você encontrou durante a escrita do seu livro?

A falta de disciplina para “sentar e escrever”… rs … acho que é minha maior dificuldade. Às vezes está tudo esquematizado, mas falta essa disciplina de tirar aquele tempo pra me dedicar completamente à escrita.

4- Qual a sensação de receber um feedback positivo dos leitores sobre seu livro?

É simplesmente maravilhoso. Saber que a minha história mexeu de alguma maneira com o leitor é muito animador, reconfortante e incrível. 

5- Como a Hardcover te ajudou no processo de criação de suas histórias?

Além das técnicas (algumas eu já fazia instintivamente), foi tomar a consciência da história, saber “como” e “o que” usar, “onde” e “quando”… isso dá um poder e melhorar mil vezes a habilidade da escrita, de envolver o leitor e levá-lo exatamente para onde você quer que ele vá. A Hardcover é fundamental pra isso. 

Além deste, Aline tem outros livros disponíveis para você conhecer e se apaixonar:

Depois Daquela Noite
Depois que seu carro ficou sem combustível e seu celular sem bateria numa noite chuvosa no meio da estrada, Letícia precisa decidir se segue a pé até a cidade mais próxima – que não está tão próxima assim – ou arrisca buscar ajuda num misterioso prédio não muito longe de onde está. Sua decisão mudará para sempre sua vida!
Adquira na Amazon

Noite de natal
Sinopse: É noite de Natal. Tati está em casa querendo curtir seus seriados em paz, mas sua cunhada a convence a ir numa festa na cidade. Lá, ela vai se encontrar com Juliano, um carinha da sua adolescência com quem ela já ficou duas vezes, mas na hora H, as coisas nunca acabaram exatamente bem.
Será que nessa noite o resultado será diferente?
Vem descobrir!!!
Adquira na Amazon

A lenda da tempestade
Sinopse: Amanã tinha que tomar conta de seus irmãos. Uma tarefa simples e entendiante, mas que ela deveria cumprir sem reclamar. Um descuido e ela se vê obrigada a entrar na mata proibida e enfrentar, com toda sua coragem de curumim, o temido e cruel Caiuá, ser das trevas que anseia pelas almas inocentes dos seus irmãozinhos.
Conseguirá ela, apenas uma criança, salvar a si e todos da sua tribo?
Adquira na Amazon

O paciente 241
Sinopse: Para dr. Pacheco, aquele não era só mais um paciente. Aquela gravação, aquele depoimento… e mesmo assim, ele não resistia a ouvir mais uma vez…
Adquira na Amazon

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Obrigada por ler até aqui! Um abraço e até o próximo post. ❤

O que todo escritor de ficção deve saber!

Você sabia que existem algumas coisas que todo escritor de ficção deve saber?

Existem alguns pontos necessários que um autor de ficção precisa se atentar na hora de começar a colocar suas ideias no papel, já que, este gênero literário exige uma imaginação fértil e muita originalidade.

1- Leia muitos livros de ficção!

Se você ainda está germinando a ideia de escrever uma ficção, saiba que ler muitos livros desse tipo é excelente para que sua imaginação comece a trabalhar. Procure autores que são referências do gênero e não economize tempo para leitura. Só não se esqueça, busque inspiração mantendo sua originalidade.

2- Escrever textos bons, exige perspectiva.

Para dar vida a uma história que não seja superficial, você deve enxergar o que parece óbvio de maneira diferente. Escritores sentem e observam de formas únicas, e é desse talento que as boas histórias nascem.

3- Uma boa ficção precisa de bons personagens.

Não adianta ter o enredo perfeito, se seus personagens não têm profundidade para protagonizá-lo. Invista em técnicas para deixar seu personagem marcante, as melhores dicas para isso são, pesquisar e ter uma boa fonte de inspiração.

4- Bons personagens merecem viver boas histórias.

Também não vale criar personagens maravilhosos para viverem uma jornada superficial. Uma ficção bem escrita, exigirá muita técnica e dedicação.

5- Escreva o que te trouxer prazer!

Não comece a escrever uma história cheia de zumbis se o que você realmente gosta é de vampiros. Jamais busque escrever temas que estão em alta buscando visibilidade. Um bom livro deve ser escrito com paixão. Caso contrário, não irá conquistar muitos leitores.

Agora que você já conhece as peças fundamentais, já pode começar a trabalhar para escrever sua ficção de uma maneira que conquistará os leitores desde o início!

Muito obrigada por ler até aqui!

Nossos orgulhos!

Com muito brilho nos olhos, hoje contamos a vocês que Josi Guerreiro e Tiago Carvalho, alunos Hardcover foram aprovados para participar da próxima antologia da Lura Editorial, “Ano Zero”.

Sobre a Antologia

Alguns anos após o grande mal que se estendeu sobre a Terra, sem qualquer controle, envolvendo pessoas, empresas e o fluxo de informações, a maioria da população não sobreviveu. Migraremos para as colônias interplanetárias ou permaneceremos numa Terra decadente e dizimada?

Como descrever o mundo reiniciado? O que é sobreviver após a destruição? Alianças, confiança, ameaças, segurança, tudo está abalado. O que é bom ou mau? O que pode mudar para sempre a percepção da realidade? Desfrutaremos de um mundo melhorado, ou afundaremos ainda mais devido aos erros dos laboratórios bioquímicos clandestinos?

Rastreamento e identificação por meio de implantes definirão quem está curado? Novas normas de comportamento serão adotadas e, devido ao contágio, desenvolveremos máquinas interligadas, autômatas, superinteligentes e aptas a tomar decisões que podem afetar todos nós? Inteligências Artificiais atingirão a autoconsciência para moderar e assombrar o ciberespaço?

Essas são as perguntas que chicoteiam nossa mente nos dias atuais. Como seria o Ano Zero?

Acompanhe os autores nas redes sociais:

https://www.instagram.com/autora_josi_guerreiro/

https://web.facebook.com/autoraJosiGuerreiro/

https://www.instagram.com/tiagocarvalho_arte_criacoes

Acompanhe o trabalho da Lura Editorial:

https://www.instagram.com/lura_editorial

Para saber mais sobre a Antologia e a participação dos nossos alunos, acompanhe nosso blog e redes sociais!

Um abraço e até o próximo post!

Vida de Autor!

Olá, leitores!

Hoje é dia de apresentar mais histórias boas para vocês. Se você gosta de livros com protagonismo feminino, se prepare, porque vamos trazer uma autora que se dedica a escrita desse tipo de obra!

Carol Façanha, 27 anos, é escritora e doutoranda de literatura de língua inglesa na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Participa como escritora integrante da Sala de Storytellers WolfPack, comandada pelo autor de terror nacional, André Vianco. Em seus livros e na sua pesquisa, lida com armadilhas simbólicas em personagens femininos através de releituras de obras clássicas ou pesquisando os gêneros da Poética Gótica e da Distopia Contemporânea.

Sobrevida dos Pássaros

“Desde a Medida 91, mais mulheres estão sendo inindentificadas. Cada vez mais, dedos são apontados uns
aos outros conforme mulheres se acusam e são levadas para interrogatórios, jamais sendo
vistas novamente.

Cyntia está preocupada que Apolina, sua patroa, possa estar envolvida em alguma
atividade ilegal. Ela tem sido relapsa com a sua aparência, a causa principal para uma mulher
ser inindentificada em Luminosa. Aquela que for pega fora dos padrões de Etiqueta e
Compostura será convidada a seguir para o temido Interrogatório.
Mal sabe Cyntia que sua ansiedade é mais que justificada, pois Apolina conseguiu
colocar as mãos num artefato perigoso. Um artefato que poderia comprar, para todas que
vivem em jaulas, a liberdade que elas esqueceram de sonhar.
Em Luminosa, nada é o que parece.
Por baixo da ofuscante penugem de um pavão, jamais é possível prever o que estranha e maravilhosa criatura carrega em suas profundezas e por vezes as armas mais eficientes que temos caminham na fronteira do que nosso inimigo espera ver e do que efetivamente está em curso nos bastidores. Por baixo das volumosas saias de tafetá das belas senhoras de Luminosa, entre um chá das cinco e uma risada cintilante, se esconde a chave da liberdade daquelas mulheres que mesmo intensamente vigiadas, se lembraram de olhar para os céus e se inspirarem nas nuvens para recuperar as
asas que lhe foram tomadas, uma medida por vez.”

Perguntamos à Carol, um pouco sobre seu processo criativo e como a Hardcover tem auxiliado em sua carreira. Confira:

1- Como é o seu processo criativo?


Ele tem variado, pois tenho aprendido com alguns tombos que levei, Atualmente, sou admiradora do regime fast draft, em que a primeira escrita se dá em maratonas velozes, em jorro de pensamento, justamente para que eu não peque pela autossabotagem. Porém, para que este regime funcione, é necessário severidade na preparação e no planejamento desta etapa.


 2- De onde vem sua inspiração?

Ah, de muito lugar.. principalmente da música, no Spotify tem álbuns inteiros que são verdadeiras obras de arte, me colocam no centro da história e até me revelam coisas que eu não sabia inicialmente. É uma espécie de transe. O Pinterest também é ótimo, mas por algum motivo é mais fácil me desfocar com imagens. Posso ficar horas no Pinterest caçando fotos, mas ao final deste período sinto que investi mais num hobby do que numa imersão imagética ou numa pesquisa de romance.


 3- Qual a maior dificuldade que você encontrou durante a escrita do seu livro?


 O medo do patético. Quando eu estou escrevendo pela primeira vez, fica muito óbvio para mim quando algo não está funcionando, é como um sino que não para de tocar. E, como pode imaginar, é imensamente desconfortável escrever ao som de um sino, uma espécie de coro grego bradando a plenos pulmões no meu ouvido “isso não está bom o suficiente”. Abandonar a escrita no meio foi meu maior problema e, nesse sentido, encontrar uma rede de apoio foi essencial para mim, Não vou dizer que hoje não tenho medo nem que o desagradável coro grego da vergonha me deixou, mas definitivamente me sinto mais equipada para não me deixar convencer pela sua sinfonia. Conhecer algumas das técnicas que o Vianco apresenta, em especial as fábulas, foi também interessante para me servir de bússola e me ajudar a desenvolver um pensamento crítico: isso não está funcionando mesmo ou é só a minha autossabotagem atacando de novo?
No geral, é minha autossabotagem não entendendo os percalços naturais de todo processo criativo.

4- Qual a sensação de receber um feedback positivo dos leitores sobre seu livro?


É muito gratificante. Mas mais do que receber feedback com elogio à minha escrita, gosto mais do sentimento de identificação. O George Orwell, escritor que gosto muito e que escreveu a distopia 1984 falou algo que ressoa muito comigo:  “‘Perhaps one did not want to be loved so much as to be understood” (“Talvez mais do que ser amado, nós queremos ser entendidos”). Acho que quando comecei a rascunhar os primeiros contos, eu realmente achava que o que eu queria era a celebração do meu modo de escrever, mas depois, e com a repercussão do Sobrevida (dos Pássaros), tenho me tocado que não. O que eu queria era esta sensação de reconhecimento que a escrita produz, esta conexão humana que vai e volta. O leitor se identifica com algo ali que escrevi e me dá o feedback, e aí subitamente estamos ligados por uma espécie de magia, um ensaio de amizade que parece dizer: “olha, eu te entendo, eu já passei por algo assim, eu já senti algo parecido”. E acho que até mais do que isso: “eu te enxergo”. Essa conexão humana, me parece, é o maior legado da arte, nos aproxima um dos outros. Ironicamente, o mito do gênio amargurado trancado num quarto ainda vigora em alguns círculos de escritores, o que lamento. A escrita me devolve ao mundo, não me aparta dele.

5- Como a Hardcover te ajudou no processo de criação de suas histórias?

Acho que a questão toda foi a troca entre os escritores e o conhecimento dos cursos. Entrar numa cadeia de pessoas que estavam buscando a mesma coisa que eu (ou não, como depois fui percebendo as nuances dentro dos grupos) e a oportunidade de trabalhar diretamente com o Vianco na Sala WolfPack foram dois divisores de águas. Mudou a forma como enxergo a escrita e como enxergo a mim. Me fez entender também que a escrita funciona em bases muito mais colaborativas do que a gente imagina no início. Quebrou a redoma que eu tinha construído nos primeiros anos de escritora silenciosa. Naquela época, a escrita era um segredo que eu tinha num quarto escuro às 5 da manhã. Mas se por um lado a escrita é isso,isto é, trabalhar em “gabinete fechado”, ela também pode ser mais: pode ser achar irmãos de alma e escrever junto com eles, pode ser aprender com autores de outros gêneros. A escrita pode ser bem mais que uma arena de egos inflados. E a escrita pode também ser um espaço de fé, de coragem, de recomeços. A escrita podia ser tudo isso e eu não sabia. 

Além de Sobrevida dos Pássaros, você ainda encontra mais uma grande obra da autora na Amazon:

Filha da Lama

A tradição rebenta na costa todas as estações, verão e inverno.
Não há nada mais poderoso que a tradição.
Mas o Primeiro Cântico de Solarium pode te surpreender.

Cavalgue pelos condados do norte e desvende os mistérios por baixo das plantações de trigo. Com mais coragem, conseguirá passar pela Ponte Levadiça, não hesitará à visão do torreão de pedra e ganhará o pátio.

Você está perto agora.

Talvez consiga atravessar pela multidão que celebra mais um Festival da Purificação e alcance o Átrio do Castelo do Rei Sol. Talvez consiga até mesmo cortar caminho pelo Vestíbulo Esquerdo e não se deter para admirar o quadro da Rainha Cécile na Sala do Trono.

Os últimos raios de sol já despontam da torre mais alta do Castelo de Solarium e você chegou a tempo. Bem a tempo de espiar pelos olhos de uma jovem amaldiçoada em um reino em ruínas. Ignis Solaris vai guiar seus passos.

O meu único conselho antes de ingressar em tortuoso trajeto: Não siga as aranhas.”

Para saber mais sobre a autora, siga suas redes sociais e acompanhe seu trabalho. Acesse o link: https://linktr.ee/carolfsmwrites

Muito obrigada pela atenção e até o próximo post!

28/08/20020

Um mês marcante para os autores da VDI e para os membros Hardcover!

Para quem quer viver de escrever, ter sua história publicada é uma grande conquista e este mês tivemos conquistas múltiplas na Hardcover.

Este mês de agosto foi muito especial. Junto com a equipe da Vivendo de Inventar, com a sempre presente consultora da narratologia, Margareth Brusarosco, com a ajuda de nosso querido Juan Ricarte e a minha presença, André Vianco, lançamos a tão esperada Antologia Romântica e a badalada antologia “O lado sombrio do Sítio”

Nos dois livros tivemos a mão competente da equipe da Lura Editorial que realizou esse sonho de muitos autores e, de quebra, tivemos uma noite deliciosa no Espaço Cultural Eclipse.

Agradecemos demais a equipe da Lura e também ao organizador da Antologia “O lado sombrio do sítio”, Felipe S. Mendes que compilou textos impressionantes para compor esse apanhado de contos de vários autores da Hardcover que se embrenharam no imaginário de Monteiro Lobato e trouxeram suas visões particulares de cada mundo.

Para mim, mentor e propagador entusiasmado das técnicas de storytelling foi um prazer imenso receber tantos autores da Hardcover nesse evento, trocar abraços, autógrafos (meu livro ficou bem autografadinho!) abraços e ter esse contato físico com escritoras e escritores do Brasil todo que se juntaram lá no Eclipse.

Nós da VDI já estamos aqui preparando os próximos passos e próximos movimentos para ter mais histórias do nossos autores Hardcover publicadas. A Antologia “O último grão de areia” está em fase de seleção e em breve apareceremos aqui para anunciar os selecionados. A qualidade do que vocês escrevem e constroem está nos impressionando cada vez mais e nos dando a certeza de que estamos no caminho certo e fazendo nosso dever de casa, ensinar para cada um de vocês, um pouquinho de cada vez, a importância de atingir a “consciência narrativa” para que sigam em frente nesse difícil, mas delicioso, ofício que é viver de contar histórias.

Flipelô!

Um dia antes do lançamento das antologias Romântica e O lado sombrio do sítio eu tive a honra de participar da Feira do Livro do Pelourinho, mais conhecida como Flipelô! Gente! Aquele lugar é uma delícia.

Lá também tive a honra de me encontrar com autores da Hardcover que subiram a ladeira do Pelourinho para me assistir participando de uma bate-papo com leitores junto com o escritor de terror do Rio Grande do Norte, o querido Márcio Benjamin. Autor de preciosidades como “Fome” e “Maldito Sertão”.

Os leitores presentes ao evento trouxeram suas famosas pilhas de livros do “Vianco”, que autografei com o maior prazer do mundo.

E não para por aí!

Agora em setembro estarei na Bienal do Livro do Rio de Janeiro nos dias 6, 7 e 8, participando de eventos e encontros com leitores. Marque ai na sua agenda e conheça a programação clicando aqui.

Acredite, vale muita a pena escrever. A gente começa com um livro e vai progredindo. Aos poucos você consegue criar uma rede de leitores e, criando sua audiência, você também vai poder viver de contar histórias. Viver de inventar. Não perca meu conteúdo. Quer saber mais sobre a arte de escrever histórias, ter milhares de leitores e viver de escrever? Quer saber como publicar seu livro, não se perder em suas ideias e a entender como editores e executivos da Indústria do Entretenimento escolhem as próximas histórias que irão povoar a mente dos leitores e espectadores? Vem! Segue a Vivendo de Inventar! Clique aqui e inscreva-se em nossa newsletter e não perca uma postagem nenhuma aula e aprenda cada vez mais a viver dessa arte duríssima, mas deliciosa que é a de seduzir multidões com a sua imaginação. Tenha seus livros publicados e uma legião de leitores pedindo sempre por mais.