Como descobrir o meu público alvo?

Você terminou de escrever o seu livro e não sabe qual a melhor maneira de publicá-lo e muito menos quem serão seus possíveis leitores? Saiba que conhecer o seu público é muito importante, já que, com essa informação, você conseguirá decidir a sua plataforma de publicação, o preço do seu livro, a forma como ele será divulgado e muitas outras coisas.

Hoje vamos compartilhar algumas maneiras de descobrir o seu público alvo.

1- Use a internet!

Se você é ativo em suas redes sociais e tem uma conta comercial no Instagram, você consegue saber algumas informações, como a média de idade, região e gênero das pessoas que te seguem. Isso te ajudará muito na hora de direcionar seu conteúdo, seja ele um livro ou a divulgação do mesmo.

2- Pesquise sobre o gênero que você escreve.

Ainda bem que a internet existe hoje em dia, não é mesmo? Pesquisar sobre o gênero que você escreve é muito importante. Desde as preferências sobre o visual do livro, idade das pessoas que mais leem o gênero que você escreve até as plataformas que o seu público utiliza para consumir literatura, são informações determinantes para decidir onde e como publicar seu livro.

Vamos dar um exemplo: O relatório Listen & Read: The battle for attention, disponível no PublishNews, afirma que Audiolivros e podcasts são muito populares entre as gerações X (40-55 anos), Y (25-39 anos) e Z (16-24 anos). Já a geração “Baby Boomers” (56 anos e mais) prefere os livros físicos. Isso não significa que publicar seu livro físico para o público jovem seja ruim, apenas mostra que existem outras maneiras de publicar e ser conhecido caso os livros físicos ainda não sejam uma realidade para você.

3- Tenha perfis em redes sociais feitas para leitores.

O Wattpad e o Skoob, por exemplo, são plataformas que disponibilizam leitura gratuita e uma interação próxima e eficiente entre leitores e escritores. Você pode pesquisar sobre o seu público alvo escrevendo contos e observando quem são seus leitores ou lendo contos de outros escritores do mesmo gênero que você e analisando quem são as pessoas que chegam até eles. Isso te trará uma noção muito grande sobre quem é o seu público, e o melhor de tudo, de graça!

Essas foram três dicas básicas para você conhecer seus leitores, esperamos que a partir daqui, a sua jornada de publicação seja mais fácil.

Obrigada pela atenção e até o próximo post! ❤

Como escrever uma sinopse que conquiste o leitor?

Chegou a hora de escrever a sinopse do seu livro sua cabeça deu um nó?

Saiba que você não está sozinho. Boa parte dos escritores encaram a sinopse uma das etapas mais difíceis na escrita de suas obras. Para te ajudar, temos algumas dicas sobre o que não deve faltar e o que deve ser evitado durante a escrita da sua sinopse, para que ela seja capaz de conquistar o leitor.

1-Entenda qual o diferencial da sua história:
Analise sua história e os diferenciais dela (características marcantes do protagonista, problemas enfrentados por ele, lugares conhecidos e famosos onde a narrativa se passa, situações que podem causar fortes emoções no leitor,etc). Em seguida, pense em como você pode fazer o leitor se conectar com a obra através disso.

2- Seja breve.
Escrever sobre histórias de duzentas páginas em algumas linhas pode ser muito desafiador, mas é preciso que sua sinopse seja objetiva nos pontos principais da sua história para que possa ser lida em pouco tempo. Uma sinopse muito longa provavelmente não será lida por alguém que está passando por uma livraria com o tempo curto, por isso, ser objetivo é um fator importantíssimo.

3- Desperte curiosidade no leitor.
Livros que abordam temas polêmicos ou com temática de “suspense”, por exemplo, podem ter a sinopse trabalhada para despertar a curiosidade no leitor. Deixe informações no ar ou coloque frases impactantes no início.

4- Valorize o climax da história.
Traga o climax da história para sua sinopse, e deixe alguns dramas pessoais do seu protagonista evidentes.

5- Não economize tempo praticando.
Você pode demorar um tempo até conseguir escrever a sinopse ideal, então não tenha medo de pesquisar sobre este tema e pratique muito. Faça quantos rascunhos forem necessários.

Parece que agora está mais fácil, né? Agora você já pode começar a trabalhar duro na escrita da sua sinpse.

Um abraço e até o próximo post!

Os Sete Segredos

Diretamente da nossa agência de desenvolvimento de talentos narrativos, Hardcover, pra telinha do seu celular ou computador.

“Os Sete Segredos” escrito por Lilian Stocco, vai te envolver em uma narrativa cheia de amor, conflitos e descobertas!

Os Sete Segredos

No coração de São Paulo a jovem Laís e sua amiga Vânia têm o emprego dos sonhos. Irmã mais velha de três filhas, ela divide seu tempo entre o trabalho, amores impossíveis, baladas às sextas e as peripécias de suas irmãs. Estas insistem em tentar enlouquecê-la ou talvez matá-la de fome.
Quando parecia que tudo estava se encaixando em sua vida, o destino – com a ajuda da cegueira do amor – acaba por arrasar seu coração.
Perdida, ela se depara com um apoio inesperado, o qual vira seu mundo, aparentemente estável, de pernas para o ar.
Enquanto seus impulsos a levam cada vez mais fundo nessa trama, capaz de envolvê-la física e emocionalmente, Mauro, seu inesperado par romântico, lhe apresenta um novo e secreto universo de prazer.
Mas as cordas do destino subitamente insistem em apertar seu pescoço, sufocando-a em suas angústias.
Laís precisará descobrir a força e a confiança que não sabia que existiam dentro de si se quiser viver esse novo amor e livrar-se de um passado sombrio que insiste em engoli-la lentamente. 

Lilian nos contou um pouco sobre a criação do seu livro, sua fonte de inspiração e como a Hardcover tem auxiliado sua carreira. Confira:

1- Como é o seu processo criativo?

Primeiro surge o plot da história. E sobre esse plot eu começo a desenvolver os personagens para dar vida ao plot, com suas características, vícios e virtudes. A próxima etapa é ambientar a história e os personagens e depois dessas pesquisas é começar a escrever o que eu quero que aconteça em cada cena, em cada parte da trama do início ao fim. Com esse rascunho pronto eu começo a escrever a história capítulo por capítulo em sequência e desenvolver os diálogos dentro do comportamento de cada personagem até desenrolar cada nó da trama. O único detalhe é que eu não anoto nada, crio tudo na mente e despejo em cada capítulo as informações. Como se fosse uma grande linha do tempo que se desenrola até mostrar todos os seus detalhes.

2- De onde vem sua inspiração?

Posso dizer que dos trabalhos artísticos que me envolvo. Atualmente trabalho nas áreas de artes visuais, fotografia, design, tenho uma marca de estampas personalizadas além de dedicar-me a escrita. Então cada área que trabalho e me dedico durante a semana me permite encher meu repertório pessoal de ideias, sensações, opniões, imagens, pessoas e suas histórias, tudo isso passa automaticamente durante o desenvolvimento dos plots. Atualmente estou desenvolvendo 5 histórias e cada uma delas está interligada as pessoas, situações e vivências que presencio a cada dia.

3- Qual a maior dificuldade que você encontrou durante a escrita do seu livro?

A escolha dos nomes dos personagens.

4- Qual a sensação de receber um feedback positivo dos leitores sobre seu livro?

É saber que a sua história está alcançando seu público e que o caminho que o escritor está trilhando está certo.

5- Como a Hardcover te ajudou no processo de criação de suas histórias?

Na instrumentalização. Muitas vezes a gente já faz de uma determinada forma , mas inconscientemente. A partir dos cursos, vídeos e dicas da Hardcover é possível entender cada parte do desenvolvimento da história além de poder controlar esses elementos dentro da sua obra, fisgando os leitores.

Siga a Autora em suas redes sociais e acompanhe seu trabalho:

Muito obrigada por ler até o final! Um abraço e até o próximo post. ❤

O que todo escritor de ficção deve saber!

Você sabia que existem algumas coisas que todo escritor de ficção deve saber?

Existem alguns pontos necessários que um autor de ficção precisa se atentar na hora de começar a colocar suas ideias no papel, já que, este gênero literário exige uma imaginação fértil e muita originalidade.

1- Leia muitos livros de ficção!

Se você ainda está germinando a ideia de escrever uma ficção, saiba que ler muitos livros desse tipo é excelente para que sua imaginação comece a trabalhar. Procure autores que são referências do gênero e não economize tempo para leitura. Só não se esqueça, busque inspiração mantendo sua originalidade.

2- Escrever textos bons, exige perspectiva.

Para dar vida a uma história que não seja superficial, você deve enxergar o que parece óbvio de maneira diferente. Escritores sentem e observam de formas únicas, e é desse talento que as boas histórias nascem.

3- Uma boa ficção precisa de bons personagens.

Não adianta ter o enredo perfeito, se seus personagens não têm profundidade para protagonizá-lo. Invista em técnicas para deixar seu personagem marcante, as melhores dicas para isso são, pesquisar e ter uma boa fonte de inspiração.

4- Bons personagens merecem viver boas histórias.

Também não vale criar personagens maravilhosos para viverem uma jornada superficial. Uma ficção bem escrita, exigirá muita técnica e dedicação.

5- Escreva o que te trouxer prazer!

Não comece a escrever uma história cheia de zumbis se o que você realmente gosta é de vampiros. Jamais busque escrever temas que estão em alta buscando visibilidade. Um bom livro deve ser escrito com paixão. Caso contrário, não irá conquistar muitos leitores.

Agora que você já conhece as peças fundamentais, já pode começar a trabalhar para escrever sua ficção de uma maneira que conquistará os leitores desde o início!

Muito obrigada por ler até aqui!

Vida de Autor!

Olá, leitores!

Hoje é dia de apresentar mais histórias boas para vocês. Se você gosta de livros com protagonismo feminino, se prepare, porque vamos trazer uma autora que se dedica a escrita desse tipo de obra!

Carol Façanha, 27 anos, é escritora e doutoranda de literatura de língua inglesa na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Participa como escritora integrante da Sala de Storytellers WolfPack, comandada pelo autor de terror nacional, André Vianco. Em seus livros e na sua pesquisa, lida com armadilhas simbólicas em personagens femininos através de releituras de obras clássicas ou pesquisando os gêneros da Poética Gótica e da Distopia Contemporânea.

Sobrevida dos Pássaros

“Desde a Medida 91, mais mulheres estão sendo inindentificadas. Cada vez mais, dedos são apontados uns
aos outros conforme mulheres se acusam e são levadas para interrogatórios, jamais sendo
vistas novamente.

Cyntia está preocupada que Apolina, sua patroa, possa estar envolvida em alguma
atividade ilegal. Ela tem sido relapsa com a sua aparência, a causa principal para uma mulher
ser inindentificada em Luminosa. Aquela que for pega fora dos padrões de Etiqueta e
Compostura será convidada a seguir para o temido Interrogatório.
Mal sabe Cyntia que sua ansiedade é mais que justificada, pois Apolina conseguiu
colocar as mãos num artefato perigoso. Um artefato que poderia comprar, para todas que
vivem em jaulas, a liberdade que elas esqueceram de sonhar.
Em Luminosa, nada é o que parece.
Por baixo da ofuscante penugem de um pavão, jamais é possível prever o que estranha e maravilhosa criatura carrega em suas profundezas e por vezes as armas mais eficientes que temos caminham na fronteira do que nosso inimigo espera ver e do que efetivamente está em curso nos bastidores. Por baixo das volumosas saias de tafetá das belas senhoras de Luminosa, entre um chá das cinco e uma risada cintilante, se esconde a chave da liberdade daquelas mulheres que mesmo intensamente vigiadas, se lembraram de olhar para os céus e se inspirarem nas nuvens para recuperar as
asas que lhe foram tomadas, uma medida por vez.”

Perguntamos à Carol, um pouco sobre seu processo criativo e como a Hardcover tem auxiliado em sua carreira. Confira:

1- Como é o seu processo criativo?


Ele tem variado, pois tenho aprendido com alguns tombos que levei, Atualmente, sou admiradora do regime fast draft, em que a primeira escrita se dá em maratonas velozes, em jorro de pensamento, justamente para que eu não peque pela autossabotagem. Porém, para que este regime funcione, é necessário severidade na preparação e no planejamento desta etapa.


 2- De onde vem sua inspiração?

Ah, de muito lugar.. principalmente da música, no Spotify tem álbuns inteiros que são verdadeiras obras de arte, me colocam no centro da história e até me revelam coisas que eu não sabia inicialmente. É uma espécie de transe. O Pinterest também é ótimo, mas por algum motivo é mais fácil me desfocar com imagens. Posso ficar horas no Pinterest caçando fotos, mas ao final deste período sinto que investi mais num hobby do que numa imersão imagética ou numa pesquisa de romance.


 3- Qual a maior dificuldade que você encontrou durante a escrita do seu livro?


 O medo do patético. Quando eu estou escrevendo pela primeira vez, fica muito óbvio para mim quando algo não está funcionando, é como um sino que não para de tocar. E, como pode imaginar, é imensamente desconfortável escrever ao som de um sino, uma espécie de coro grego bradando a plenos pulmões no meu ouvido “isso não está bom o suficiente”. Abandonar a escrita no meio foi meu maior problema e, nesse sentido, encontrar uma rede de apoio foi essencial para mim, Não vou dizer que hoje não tenho medo nem que o desagradável coro grego da vergonha me deixou, mas definitivamente me sinto mais equipada para não me deixar convencer pela sua sinfonia. Conhecer algumas das técnicas que o Vianco apresenta, em especial as fábulas, foi também interessante para me servir de bússola e me ajudar a desenvolver um pensamento crítico: isso não está funcionando mesmo ou é só a minha autossabotagem atacando de novo?
No geral, é minha autossabotagem não entendendo os percalços naturais de todo processo criativo.

4- Qual a sensação de receber um feedback positivo dos leitores sobre seu livro?


É muito gratificante. Mas mais do que receber feedback com elogio à minha escrita, gosto mais do sentimento de identificação. O George Orwell, escritor que gosto muito e que escreveu a distopia 1984 falou algo que ressoa muito comigo:  “‘Perhaps one did not want to be loved so much as to be understood” (“Talvez mais do que ser amado, nós queremos ser entendidos”). Acho que quando comecei a rascunhar os primeiros contos, eu realmente achava que o que eu queria era a celebração do meu modo de escrever, mas depois, e com a repercussão do Sobrevida (dos Pássaros), tenho me tocado que não. O que eu queria era esta sensação de reconhecimento que a escrita produz, esta conexão humana que vai e volta. O leitor se identifica com algo ali que escrevi e me dá o feedback, e aí subitamente estamos ligados por uma espécie de magia, um ensaio de amizade que parece dizer: “olha, eu te entendo, eu já passei por algo assim, eu já senti algo parecido”. E acho que até mais do que isso: “eu te enxergo”. Essa conexão humana, me parece, é o maior legado da arte, nos aproxima um dos outros. Ironicamente, o mito do gênio amargurado trancado num quarto ainda vigora em alguns círculos de escritores, o que lamento. A escrita me devolve ao mundo, não me aparta dele.

5- Como a Hardcover te ajudou no processo de criação de suas histórias?

Acho que a questão toda foi a troca entre os escritores e o conhecimento dos cursos. Entrar numa cadeia de pessoas que estavam buscando a mesma coisa que eu (ou não, como depois fui percebendo as nuances dentro dos grupos) e a oportunidade de trabalhar diretamente com o Vianco na Sala WolfPack foram dois divisores de águas. Mudou a forma como enxergo a escrita e como enxergo a mim. Me fez entender também que a escrita funciona em bases muito mais colaborativas do que a gente imagina no início. Quebrou a redoma que eu tinha construído nos primeiros anos de escritora silenciosa. Naquela época, a escrita era um segredo que eu tinha num quarto escuro às 5 da manhã. Mas se por um lado a escrita é isso,isto é, trabalhar em “gabinete fechado”, ela também pode ser mais: pode ser achar irmãos de alma e escrever junto com eles, pode ser aprender com autores de outros gêneros. A escrita pode ser bem mais que uma arena de egos inflados. E a escrita pode também ser um espaço de fé, de coragem, de recomeços. A escrita podia ser tudo isso e eu não sabia. 

Além de Sobrevida dos Pássaros, você ainda encontra mais uma grande obra da autora na Amazon:

Filha da Lama

A tradição rebenta na costa todas as estações, verão e inverno.
Não há nada mais poderoso que a tradição.
Mas o Primeiro Cântico de Solarium pode te surpreender.

Cavalgue pelos condados do norte e desvende os mistérios por baixo das plantações de trigo. Com mais coragem, conseguirá passar pela Ponte Levadiça, não hesitará à visão do torreão de pedra e ganhará o pátio.

Você está perto agora.

Talvez consiga atravessar pela multidão que celebra mais um Festival da Purificação e alcance o Átrio do Castelo do Rei Sol. Talvez consiga até mesmo cortar caminho pelo Vestíbulo Esquerdo e não se deter para admirar o quadro da Rainha Cécile na Sala do Trono.

Os últimos raios de sol já despontam da torre mais alta do Castelo de Solarium e você chegou a tempo. Bem a tempo de espiar pelos olhos de uma jovem amaldiçoada em um reino em ruínas. Ignis Solaris vai guiar seus passos.

O meu único conselho antes de ingressar em tortuoso trajeto: Não siga as aranhas.”

Para saber mais sobre a autora, siga suas redes sociais e acompanhe seu trabalho. Acesse o link: https://linktr.ee/carolfsmwrites

Muito obrigada pela atenção e até o próximo post!

28/08/20020

Bom Dia, Verônica: série é para os que tem estômago forte — Submundo Literário

Bom Dia, Verônica, escrito por Raphael Montes e Ilana Casoy, foi adaptado para a Netflix, sob roteiros dos próprios escritores, ou seja, todas as diferenças entre a série e livro foram aprovadas por eles. Na série, vemos, basicamente, o mesmo enredo: Verônica Torres é escrivã da Delegacia de Homicídios de São Paulo. Em mais um […]

Bom Dia, Verônica: série é para os que tem estômago forte — Submundo Literário

Você que ama histórias de amor está no lugar certo!

Hoje queremos apresentar algumas obras escritas por Carla Arine, aluna da Hardcover. 

Noites  nas Baladas
 
Letícia Serra, de segunda a sexta é conhecida com a secretária da CEO da Empresa Cosmos tecnologia.
Uma moça bonita, discreta, comportada e muito profissional.
Mas nos fins de semana ela é a Lelê Baladeira. Adepta a decotes, salto alto, roupas curtas, cabelos
soltos e a encontros de uma única noite com os mais diversificados caras e em vários lugares.
Ela ama sua rotina, que é superregrada para evitar magoas e sentimentalismos,
mas por um inconveniente do destino encontra um cara que é dos seus dois mundos.
Cristiano Valle.
Um colega de trabalho lindo que a encontra numa balada.
Ela é clara quando diz “Não quero relacionamentos”, mas ele oferece uma oportunidade
de serem somente amigos.
Novas amizades não estão nas regras.
E então, o que poderá acontecer com Letícia, com suas regras e esse novo
amigo para lá de gostoso?

Venha conhecer a Baladeira mais regrada de Todas!!!
Asas na Tempestade
 
Sobrenatural e fantasias eram coisas nas quais Gean, um veterinário em missão na Floresta de Almerinda, não acreditava. Mas ao avistar asas de fada durante a tempestade percebeu que suas convicções poderiam mudar. A Terra era mesmo habitada apenas por homens e animais ou haveriam outros seres? Ele nao esperava que asas coloridas num dia de chuva pudessem mudar para sempre suas crenças e seu coração.
Eu e o Mar
  
Um certo dia, uma moça encontrou um náufrago, desmemoriado e quase morto, na praia de sua ilha. Eles se apaixonaram e tudo foi perfeito, até que sua memória retornou.
O homem teve que partir para acertar a sua vida abandonada outrora, e prometeu que, em breve, retornaria para que vivessem o amor que nasceu às margens do mar.
Mas o tempo passou e as cartas que sempre possuíam lindos poemas, que ela tanto amava, pararam de chegar e sua vida seguiu outro curso.
Agora, às vésperas de seu casamento, tendo o cenário de uma praia no horário do pôr do sol, ela vai se despedir de tudo que aconteceu. A moça, por meio de uma carta, conta do início ao fim a sua história de amor, regada de saudade do tempo que os afastou.
“O mar pode ser manso, assim como implacável.
Suas mudanças e reversões são inimagináveis a qualquer mortal.
Mas não tente o controlar!
Possui força muito superior à sua e, mesmo que tente, nunca poderá prever o que ele fará.”

Perguntamos para Carla, um pouco sobre seu processo criativo e sua experiência com a Hardcover. Confira:

1- Como é o seu processo criativo?

Encontro uma ideia, faço uma pesquisa sobre o assunto que aborda, monto um enredo da trama, depois abro os capítulos pensando nos beats dos capítulos. Quando está tudo pronto, eu começo a escrita da história.

2- De onde vem sua inspiração?

A minha inspiração pode surgir de qualquer coisa. Até de uma pena caindo do céu, ou de uma matéria televisiva ou na internet.

3- Qual a maior dificuldade que você encontrou durante a escrita do seu livro?

Meu primeiro livro foi o mais complicado. Ainda mais que comecei antes de entrar no Hardcover. O principal desafio foi a chamada “imersão sensorial”. O sentir do personagem. 

4- Qual a sensação de receber um feedback positivo dos leitores sobre seu livro?

É maravilhoso. Ver os comentários das pessoas falando da sua história. Comentando dos seus personagens e sensações que teve, é muito bom. Dá orgulho de ter seguido a carreira. 

5- Como a Hardcover te ajudou no processo de criação de suas histórias? 

Muito mesmo. Descobrir como fazer as histórias de um jeito que atrai o grande público. Mesmo ainda não sendo tão conhecida, os meus leitores se encantam com as minhas histórias. Usar as técnicas das fábulas, mudou a minha vida. Amo o Hardcover e indico a todos. 

Além dos livros já lançados, Carla está trabalhando em mais uma obra que em breve também conquistará seu coração.

 
Nós Novamente
 
Priscila e Leonardo se conheceram no ensino médio. Um amor intenso que todos viam como alma gêmeas destinadas a ficarem juntas. Assim que chegou à formatura, não somente a beca foi vestida, também as alianças. 
Ela se transformou numa artista plástica em ascensão e ele se formou como médico cirurgião com nome reconhecido por todos. 
Com carreiras diferentes e horários conflituosos, o amor dos jovens foi testado pelo tempo e o resultado não foi promissor. Após dez anos de casamento, o sentimento esfriou, o desejo findou e a paixão desandou. 
O que restou para os dois foi uma folha assinada num escritório de advocacia dando fim ao que era para sempre.  
Vendo tudo desabar, eles seguiram caminhos diferentes, mas novamente, depois de um longo tempo, o reencontro aconteceu.
Será que ainda existe amor depois de um divórcio?
Será que o fim pode ser um novo começo?
Poderão eles serem “novamente nós” depois de tudo que aconteceu?

Siga Carla nas redes sociais e adquira os livros!

Um abraço e até o próximo post! 02/10/2020

Música e Livros: playlist para a hora de ler — Atraídos Pela Leitura

“O dia 1º de outubro foi instituído como o Dia Internacional da Música, em 1975, pelo International Music Council, organização não governamental fundada com o apoio da UNESCO em 1948, com o objetivo de levar a música a todos os setores da sociedade e promover os valores de paz e a amizade por seu intermédio.” […]

Música e Livros: playlist para a hora de ler — Atraídos Pela Leitura

{BEDA dia 19} Inspiração e transpiração

Cursor piscando. Tela em branco. Respira. Talvez mudar a mídia seja uma boa ideia, quem sabe no bloco de notas do celular apareça alguma coisa. Nada. A velha máquina de escrever do meu pai riria de mim. Inspira. Vamos tentar à moda antiga. Papel, lápis, caneta, borracha, todos eles me julgam. Nenhuma palavra. Nem uma […]

{BEDA dia 19} Inspiração e transpiração

5 Coisas que você precisa saber antes de criar um blog literário

Muita gente diz que o tempo dos blog já passou, que ninguém mais acessa conteúdo de blog, que hoje todo mundo só consome conteúdo do youtube e do Instagram. Na verdade, desde 2015 antes de criar este blog aqui, eu já lia frases desse tipo. Sinceramente, acredito que os blogs continuam vivos e que sempre […]

5 Coisas que você precisa saber antes de criar um blog literário