Em breve você poderá embarcar em uma incrível fantasia!

Josi Guerreiro, aluna Hardcover, está nos últimos preparativos para lançar o primeiro livro de uma saga fantasiosa que com certeza irá te conquistar desde a primeira página!

Final Apocalypse – O réquiem das sombras

Após fugir da Academia dos Anjos, Angelo parte para a Terra em busca do signo perdido de Gêmeos. Mergulhado nas sensações terrenas, o jovem anjo descobre que terá que viver como um adolescente comum até cumprir sua missão, pela qual esperou por tanto tempo. Como se a adaptação aos sentimentos humanos já não fosse o suficiente, Angelo ainda precisará fugir de seres malignos muitos poderosos. Nessa aventura terrestre, restará a ele descobrir o significado da amizade e do amor, admitindo que acreditar em si mesmo é fundamental quando se deseja fazer algo que pode mudar a vida de outras pessoas.

Sobre a Autora:

Josi Guerreiro mora em Maringá, Paraná, e é formada e pós-graduada em Artes Visuais. Ilustradora e professora de desenho, atua em um projeto que atende crianças socialmente fragilizadas. Além do amor pelas artes visuais, Josi também é cosplayer há mais de dez anos, confecciona seus cosplays e acessórios e participa ativamente como jurada e organizadora de concursos em eventos de cultura pop e geek. Leitora beta de romances fantásticos, participa da comunidade de escritores Vivendo de inventar desde 2018 e é membro da Hardcover storytelling academy, agência de desenvolvimento narrativo. O réquiem das sombras é seu primeiro romance e faz parte da saga Final apocalypse, um projeto de história em quadrinhos no estilo mangá que passou a ser desenvolvido como romance. Apaixonada por livros de aventura e fantasia, a autora tem como influência J. R. R. Tolkien, J. K. Rowling, Rick Riordan e G. R. R. Martin.

Perguntamos à autora, um pouco sobre o seu processo de criação e como a Hardcover tem auxiliado. Confira:

1- Como é o seu processo criativo?

Bom, eu sempre começo com a ideia do enredo, o que move a história. Depois disso eu começo com a criação dos personagens, características físicas e psicológicas, como ele estará ligado a trama e aos outros personagens. Costumo assistir vários vídeos sobre o tema que estou trabalhando e filmes, o que me ajuda a estabelecer o clima da história e sua imersão. O primeiro rascunho eu escrevo despretensiosamente. Depois do texto descansado, reescrevo tudo. Após a obra terminada, passo por uma reescrita geral, sempre contando com a opinião e leitores betas e leitores críticos.Por ser da área de artes visuais, o imagético me inspira demais, e tento descrever o mundo à  minha maneira.

2- De onde vem sua inspiração?

A inspiração, para mim, vem de várias direções, como a arte em geral: desenho, música pintura, cinema, jogos, o que acaba refletindo na forma que descrevo cenas, ambientes e sentimentos de uma forma mais sinestésica ou poética. 

A fagulha inicial de uma história pode vir de uma música, de uma imagem, ou até de um vídeo de curiosidades. Minha mente fervilha de ideias! Gosto principalmente de teorias da conspiração e situações absurdas. 

Outro fato que me incentiva a escrever é pensar no meu público alvo, o infanto-juvenil, na mesma faixa etária de meus alunos de desenho. 

Muitas vezes me pego recordando como os livros que li com essa idade me marcaram tanto a ponto de almejar ser escritora. Fico aguardando o dia em que meus livros mudarão a vida dessas crianças e que terão um lugar especial em suas memórias de infância e pré-adolescência. Ao mesmo tempo que sinto uma grande responsabilidade, tento trabalhar esses temas tão singulares dessa idade, de forma fantástica e divertida.

3- Qual a maior dificuldade que você encontrou durante a escrita do seu livro?

Retirá-lo da “gaveta”, e aceitar que a ideia era boa o suficiente para ser publicado.

É sério, precisou da Mag [Brusarosco, nossa consultora de narratologia da Hardcover] me dizer e insistir que a idéia era boa para eu acreditar, pois meus amigos já me falavam isso. Precisou vir de uma profissional da área tudo para eu acreditar.

Antes de fazer as aulas da Hardover, eu tinha a falsa impressão que o texto precisava nascer perfeito na primeira escrita, e eu me sentia muito derrotada por não conseguir fazer tão bem aquilo que eu almejava. Agora sei que a escrita é um processo de amadurecimento e partilha, uma pedra bruta a ser lapidada com muita paciência. Estar em uma comunidade de escritores me ajudou muito a compartilhar o que escrevo, aprender com os outros e a confiar a dividir tarefas do processo de edição e correção.

4- Qual a sensação de receber um feedback positivo dos leitores sobre seu livro?

É o mais delicioso dos mundos, receber os feedbacks junto aos sorrisos, aos áudios felizes (ou revoltados, dependendo da cena). É para isso que existimos, para levar a reflexão ou simplesmente deixar o dia das pessoas mais felizes depois da leitura, como também ajudá-las a entender seus sentimentos e frustrações através dos personagens.

Como professora, eu acredito que a leitura transforma e nos ajuda a sermos pessoas melhores, pois nos colocamos no lugar do outro (os personagens) em um exercício de empatia e catarse.

Neste momento você percebe que está fazendo aquilo que nasceu para fazer: escrever, e de quebra colecionar sorrisos (por vezes lágrimas).

5- Como a Hardcover te ajudou no processo de criação de suas histórias?

Minha vida de autora pode ser dividida em “Antes da hardcover” e “Depois da Hardcover” (risos).

O meu primeiro livro ficou uma década parado. Depois de começar o curso e as lições, além de reescrevê-lo melhor, terminei os dois livros seguintes da trilogia em 6 meses.

Ou seja, com as técnicas e os conselhos dos tutores, as história fluem mais facilmente, a ponto de estar prestes a lançar meu primeiro livro este ano O Réquiem das Sombras pela Plus+ Editora (sim, esse é o livro que ficou guardado durante uma década), e passar na seleção da Antologia de ficção científica  Ano Zero da Editora Lura, com meu conto ∑.V.α.

A Vivendo de Inventar além de ajudar o autor iniciante com as técnicas necessárias para escrever um bom livro, ela nos prepara também para o mercado editorial. Além disso, temos a troca de conhecimento de diferentes áreas com membros que são de diversas áreas do mercado editorial: designers, ilustradores, diagramadores, roteiristas, capistas, leitores betas ou críticos e revisores. 

Desta forma, chegamos muito mais preparados ao mercado editorial, pois adquirimos muito conhecimento e bagagem através dos exercícios, antologias, e do acompanhamento que a Hardcover proporciona.

Quando você está entre seus colegas de profissão, menos se sente só, e mais força acumula nesta caminhada árida que é ser escritor no Brasil.  Seguimos firmes e juntos!

Além deste, Josi também está participando da próxima antologia da Lura Editorial, “Ano Zero”.

Para acompanhar o trabalho da autora e saber mais sobre o lançamento do livro, siga suas redes sociais:

Um abraço e até o próximo post!

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